[VÍDEO – TRADUZIDO] Anónimx Sabotaje & Ignición, Cautela – Odio Arraigado

Letra:

Sou ninguém, nós somos nada
Traidores de nossa espécie, a bastarda raça humana

Sou mais um ser que despreza o cotidiano
Sou duas pernas, duas mãos contra todo o progresso humano

Eu não confio em sociedades utópicas
Não creio que haverão dias sem poder e noites sem autoridade

Eu não acredito que deixaremos de pensar
Que animais e plantas só existem para a nossa prosperidade

Capacidade de pensar, aparentemente nos fez mal
Destruindo o meio ambiente pelo desejo de governar

Este desejo insaciável de estar sempre pisando em algo
Parece inata esta ambição por dominar

Possuir a natureza para o seu bem estar
É fácil detestar quando somos o centro de tudo

Humano lixo, quando você será erradicado?
Quando diabos será o dia em que você deixará de respirar?

E se este ódio doente parece não ser justificado,
Tire as suas vendas e olhe para qualquer lado

Que daqui deste lado é possível ver que tudo piorou
O progresso tem avançado rapidamente

Arrastando consigo a vida
Os pulmões da Terra verão apenas a sua queda

Cortando a sua sábia existência
Por algum povoado desgraçado, a cidade e a ciência

Ódio enraizado palpitado sobre mim
Germinando ações, constantemente ameaçando
Incomodando!
A realidade presente!
Detestando!
Meu próprio fedor de humanidade!

Me inundando em mares de misantropia!
Como a falta de ar que é possível sentir ao ver carros nas avenidas
Minha respiração também será parada
Mas desejo que esta espécie veja o fim de seus dias

Extinção em massa
É a merda que se aproxima
Os alertas para conscientizações são puro show
São mais mentiras

Nova publicidade buscará “seres conscientes”
Formando parte do capitalismo verde

Somos o Nada!
Matilha faminta exterminando uma praga

À autoridade escrava
Estou pouco me fodendo para os seus protestos mortos

O mar e a terra em breve verão cair
A onda de vingança que tremerá edifícios e casas

Milhares de animais deixarão de viver
Desparecem por causa de uma espécie que não sabe conviver

Já basta de acreditar numa mudança coletiva
A esperança está morta, o Caos se tornou meu amigo

As bombas nos esperam para destruir a cidade
Interromperão o seu sem bem-estar, a sua bastarda comodidade

Existência destrutiva predadora da vida
Suas mentes aspiram à mineração e a construir represas

Filhos para mim, honestamente os quero mortos!
À irrevogável maternidade eu sempre fui induzida

A luta, o legado, não são motivos
Para mim não há razões
Por isso não estou nem aí
Para gerar um novo ser humano

População humana zero!
É o que eu realmente quero!
Os animais são os únicos que liberdade mereceram.

DOWNLOAD DA MÚSICA

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