[ES – PDF] Revista Ajajema N° 8 – Contra El Progreso Humano Desde El Sur

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Editorial

“Por fim, escutarei (sem escutar) o ser humano silenciado, mesmo que eu também seja silenciado, e finalmente haverá a voz silenciosa da Natureza Selvagem sussurrando eternamente nos galhos.” – A.

“Sempre antes de sair na rua, e especialmente antes de algum ataque, confio-me aos espíritos dos fueguinos, os agradeço e a eles peço proteção. Minha intenção é mergulhar em tudo isso, aprender coisas que os antigos fizeram, trazê-los de volta à nossa era atual.” – T.

Acompanhando o calor infernal que assola as terras do sul, saímos novamente com a oitava edição. Continuamos firmes em nosso caminho de propagação do germe eco-extremista, no Sul e até onde chegue.

Assim como as temperaturas que atingem níveis insuportáveis nestas terras, os Individualistas Tendendo ao Selvagem seguem com suas ações, pacientes como o lobo quando caça e letais como a mandíbula do Puma. As ações registradas desde o nosso último número foram poucas, mas altamente perigosas e até letais… Sim, os irmãos de ITS-México novamente entregaram vidas humanas aos Deuses Mesoamericanos, desta vez, devorados por um feroz incêndio que também torrou lojas e produtos do mercado Merced, na Cidade do México, mas isso não foi tudo e, para demonstrar que a expansão da tendência mafiosa segue avançando, testemunhamos o surgimento de um novo grupo de ITS, na casa das agências de segurança mais renomadas do mundo, o FBI e a CIA, no território ancestral dos Lakota, dos Siux, e tantos outros. As siglas terroristas da Máfia chegaram até os Estados Unidos e, para começar, dois assassinatos escandalosos foram perpetuados contra miseráveis tecno-executivos, destes que abundam por lá. Assim, o grupo “Ira da Natureza” deixa a sua marca em sua apresentação a ITS. Enviamos daqui uma calorosa saudação de cumplicidade aos irmãos, desejando que os espíritos os protejam, assim como as malditas deidades do sul fazem por estas terras. Certamente, com esse sacrifício, eles saciaram a sede de sangue das antigas ânimas do mundo subaquático. Agora não decaiam, irmãozinhos, nutram-se com sua manada e preparem-se para o que virá. Aprendam com os velhos e com os novos, com os do Sul e com os do Norte, com os da América e também com os da Europa, mas, acima de tudo, aprendam com o Selvagem, e sigam o caminho traçado por seus antepassados, de guerra e morte contra o mundo civilizado.

“Um dia fomos os selvagens da terra, de todas as terras, dançávamos com pumas, lobos, condores e elefantes. Éramos irmãos da baleia, do coypu e do pombo, e embora não lembremos quem éramos, nossos nomes e nossa língua, é hora de voltar a respirar selvagemente e a ser parte desta essência rebelde que lembra que fomos uma criança de peito, que amou e viveu apenas por sua mãe, que nasceu de seu ventre e que, após se afastar dela, amadureceu e voltou com a cabeça erguida, com os olhos cheios de sangue e os punhos cerrados, caminhando de frente, atacando sem medo a terra dos povos do concreto, das árvores de metal e dos rios de sangue.”

Nem tudo foi violência homicida para os grupos da Máfia, o terror também esteve presente, desta vez no berço da civilização ocidental. Foi na Grécia, com um tremendo dispositivo explosivo que não acabou com a vida de alguns gambés “por milagre”. Eles se salvaram desta vez, mas os irmãos que andam por lá demonstraram de sobra a sua periculosidade, a morte espera ansiosamente…

E é claro, se alguma coisa marcou estes meses de intervalo entre o penúltimo número e este, foram os incansáveis distúrbios em todo o mundo. Assistimos em êxtase como o Caos toma conta do globo e estende seus tentáculos em todas as direções. Foi Hong Kong, Líbano, Equador, Venezuela, Espanha, Turquia, Irã e muitos outros, mas o que realmente nos preenche a alma são os distúrbios sanguinários que sacodem o Chile. A terra do terremoto vibra como nunca enquanto desajustados saqueiam negócios, queimam propriedades, cravam punhais, colocam explosivos, roubam veículos e exibem os seus impulsos egoístas e sanguinários através de todas as formas possíveis. ITS não poderia ficar de fora disso, como evidenciado pelos grupos “Incitadores do Caos” e a “Horda Mística do Bosque” nos comunicados 88 e 89 respectivamente, aproveitando-se da desordem geral para atacar os hipercivilizados e empurrar esta crise a níveis insuportáveis, alimentando a violência e a tensão que reina nas ruas.

A nova década foi recebida pelo inconfundível sinal do desastre, civilizações antigas prenunciaram o desastre de seus mundos e os viram desmoronar diante de seus olhos. O panorama de agora é de catástrofes naturais, pestes contagiosas e mortíferas, conflitos armados crescentes, desequilíbrios ecológicos incomensuráveis, superpopulação, superprodução, esgotamento dos solos, fome, incêndios ferozes, estado de vigilância massiva. Em resumo, estamos testemunhando uma crise planetária sem precedentes. À medida que as fundações da civilização ruem, os grupos eco-extremistas e niilistas seguem adquirindo novas armas e ganhando valiosas experiências na prática, executando atentados e assassinatos sem piedade.

Seguiremos sem hesitar ao lado do Caos, alimentando esta guerra com textos afiados, poemas elogiando a beleza do mundo natural, com palavras perversas incitando a violência, instruindo outros na confecção de explosivos e na execução de ataques, estabelecimento de novas redes de cúmplices em todo o mundo e incentivando os irmãos a continuarem no caminho do confronto, sem dar um só passo atrás.

Abrigados pelo calor do verão no sul, pervertendo as mentes daqueles que se deixam levar pelo inconfundível chamado do Desconhecido, entregamos esta versão carregada de misticismo, ensinamentos criminais e reflexões tendentes à misantropia.

Sigamos os passos de nossos ancestrais!

Que brotem novos grupos eco-extremistas e que esta peste se expanda. Coragem, TlahueleIknoyotl!

Oferendas de sangue para os demônios antigos, para Ajajema, Mictlantecuhtli e Mishipeshu!

                              Individualistas Tendendo ao Selvagem – Chile

– Grupo Ajajema: Letras do Caos
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Conteúdo:

– Tradução de “About a Tree”, de Shaugnessy.

– Tradução de “Swallows”, de Shaugnessy.

– Tradução de “An Age of Monsters”, de Shaugnessy.

– “Sobre la vida, profetas y aniquilación”, por Ometeotl.

– “Lamento por los indios de Tierra del Fuego”, extraído do livro “Fin de un mundo: Los Selknam de Tierra del Fuego”, de Anne Chapman

– Tradução de “La Destrucción Perfecciona aquello que es Dios”, do blog “The Tiger’s Leap”.

– Tradução de “Una noche entre sueños: Sangre de Muérdago – Noite”, do blog “The Tiger’s Leap”.

– Tradução de “Un obituario previo a la muerte de nuestros parientes ballenas”, do blog “The Cult of Infinity”.

– “Terrorismo ecológico en la CDMX y Zona metropolitana; el caso de ITS como nuevo fenómeno social.”, ensaio para um TCC possivelmente abandonado.

– Tradução de “Una respuesta a un concepto verdaderamente idiota.”, de Abe Cabrera.

– “Cronología Maldita.”

– “Breves palabras contra el progreso humano a través de la cosmovisión mapuche”, por Werkén.

– “Volver al Futuro: El regreso del violento terrorismo de extrema derecha en la era de los Lobos Solitarios”, traduzido do seguinte artigo: https://warontherocks.com/2019/04/back-to-the-future-the-return-of-violent-far-right-terrorism-in-the-age-of-lone-wolves/

– “Capitulo I. Fin del Mundo.”, extraído do livro “Fin de un mundo: Los Selknam de Tierra del Fuego”, de Anne Chapman
– “Las brujas no se dejan vencer por la civilización. Parte primera”, por Ruda.

– “Apología del Caos.”

– “Respuesta a El Mostrador por parte de un miembro de la tendencia eco-extremista.”, por Místico y Maldito.

– Tradução de “Hacia un misticismo radical”, do blog “Eco-Revolt”.

– “Un rápido vistazo a la correlación entre el Eco-extremismo y el pensamiento Nihilista Misantrópico Egoárquico.”

– “Nunca apagues el teléfono: Un nuevo enfoque a la cultura de seguridad.”

– Tradução de “Un ensayo sobre el Nihilismo Verde”, do blog “Eco-Revolt”.

– “Elogio a Abe”, do blog “Barbaric”.

– “Plegarias Eco-extremistas.”

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[ES – PDF] Revista Ajajema N° 7 – Contra El Progreso Humano Desde El Sur

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Editorial

Mais uma vez saímos, novamente nossas letras e nossa propaganda vem à luz. Seguimos incansáveis em nosso caminho de apologia e difusão em nome das siglas do caos; ITS. Das sombras, do mais feroz anonimato, continuamos editando nossas páginas, páginas destinadas e orientadas a aguçar a guerra das tendências eco-extremistas e misantropas/niilistas.

Há seis meses de nosso último número, na época com o sol queimando forte e temperaturas ardentes… Hoje, no inverno de 2019 da era do crucificado, nossa Revista Ajajema aflora mais uma vez. O sul está congelado e seu frio congela os ossos, a chuva transborda rios e converte suas ruas em rios civilizados… Nossa edição responde a esta inclemência, a este processo selvagem, em nome do clima voltamos a surgir como propaganda terrorística, apologizadora de atentados e assassinatos. Oh! Frio majestoso, assassino de homens, em teu nome escrevemos. Oh! Chuva indiscriminada, sabotadora de cidades e inimiga da humanidade moderna, por ti e por tua fúria nós editamos.

Contemplamos a cordilheira mais branca do que nunca, as ânimas da neve embranquecida falam conosco, estão furiosas, nos lembram o nosso caminho e sussurram em nossos olvidos; vingança! Os irmãos já responderam a este chamado… Você o escutou? Aquele sussurro? Tente não ficar sem resposta…
*
Muitas coisas aconteceram desde a nossa última edição, atentados, egos, pólvora, sigilos, amuletos… a Máfia ITS. Os individualistas extremistas ainda estão íntegros e à espera, pacientes e sempre em tocaia, livres e selvagens como o vento que atinge as estruturas civilizadas. Por pouco os irmãos da HMB juntamente com os cúmplices da SVS não matam aquele maldito da Metro de Santiago, por pouco não o desfiguram, por pouco não cravam parafusos no corpo de sua esposa ou filha.

Sabemos que os aparatos de inteligência chilenos e internacionais estão cientes do que dizemos, portanto, ouçam atentamente seus pedaços de merda; no Norte, no Sul e do outro lado do oceano, os irmãos caminham, pensem que paramos, que abandonamos a guerra, mas quando verem e escutarem o estrondo da bomba ou observarem as chamas ardentes do fogo, não se surpreendam… Vocês e todos seus aparatos tecnológicos, seus milhares de peritos especialistas em bombas e seus senis especialistas em terrorismo tenham cuidado conosco.

Porque a Revista Ajajema têm a bênção do antigo, seguimos as ordens do Desconhecido. Ajajema é, e sempre foi, Terror incivilizado, Ajajema é letra e é imagem, Ajajema é guerra, Ajajema é… ITS-Sul.

Sempre em tocaia, reunindo, buscando e analisando, nos espreitamos, aguardamos a ordem do Oculto, seu mandato será obedecido e praticado, esperem, esperem-nos…

Da total impunidade, das sombras praticamos o terror, ocultos sempre, bombas e revistas à civilização!

Morte ao progresso da humanidade!

Morte à sua vida civilizada e a seus habitantes fedorentos!

Viva a guerra dos irmãos de ITS no norte, no sul e no outro lado!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Chile

– Grupo Ajajema: Letras do Caos
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Conteúdo:

Poemas de Shagnessy
-Arboles
-Canción del mundo
-Sobre la tragedia
-Teología I
-Teología II
Moribundo anarquismo verde
Cuentos Kawesqar
-Cuento del Martín pescador
-Cuento del cisne de cuello negro
-Cuento de los sapos
Artículo Sobre Violencia De-colonizadora y Eco-extremismo Para la Conferencia ASN del 2018
Fiera
Theodore Kaczynski Revolución anti-tecnología: por qué y cómo, Una evaluación crítica
El Llamado de las Guerreras
Un Demonio Entre Ustedes
El Terrible Autoritario y la Terrible Union de Los Egoistas
Desvarío Antihumano
Apología del Caos
Hijos de Ted
Cronología Maldita
(Kawesqar) La Jornada de los Nómadas Acuáticos
El Credo Satánico
Paroxismo en el Delirio Nihilista
Los Eclipses en Karukinka

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[ES – PDF] Revista Movimiento y Muerte (Todas as Edições – All Editions)

A Revista Movimiento y Muerte é uma publicação sem periodicidade definida disponibilizada na web e editada desde a América do Norte dedicada a estudar a tendência egoísta anti-humanista e a fomentar estudos, análises e críticas contra a civilização e a humanidade moderna.

Atualmente está em sua primeira edição.

PRIMEIRA EDIÇÃO

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[ES – PDF] Revista Extinción – En Contra Del Imperio De La Humanidad, Su Civilización Y Su Progreso (Todas as Edições – All Editions)

A Revista Extinción – En Contra Del Imperio De La Humanidad, Su Civilización Y Su Progreso é uma publicação sem periodicidade definida disponibilizada na web e editada desde a América do Sul dedicada a estudar o eco-extremismo e a fomentar estudos, análises e críticas contra a civilização e o progresso.

Atualmente está em sua primeira edição.

PRIMEIRA EDIÇÃO

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[ES – PDF] Revista Ajajema: Contra el Progreso Humano Desde el Sur (Todas as Edições – All Editions)

A Revista Ajajema – Contra el Progreso Humano Desde el Sur é uma publicação sem periodicidade definida disponibilizada na web e editada desde a América do Sul dedicada a estudar o eco-extremismo e a fomentar estudos, análises e críticas contra a civilização e o progresso.

Atualmente está em sua sexta edição.

PRIMEIRA EDIÇÃO

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SEGUNDA EDIÇÃO

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TERCEIRA EDIÇÃO

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QUARTA EDIÇÃO

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QUINTA EDIÇÃO

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SEXTA EDIÇÃO

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SÉTIMA EDIÇÃO

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OITAVA EDIÇÃO

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[EN – PDF] Atassa: Readings in Eco-Extremism (Todas as Edições – All Editions)

Revista Atassa – Readings in Eco-Extremism é uma publicação sem periodicidade definida disponibilizada na web e editada desde a América do Norte dedicada a estudar o eco-extremismo e a fomentar estudos, análises e críticas contra a civilização e o progresso.

Atualmente está em sua segunda edição.

PRIMEIRA EDIÇÃO

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SEGUNDA EDIÇÃO

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[EN – PDF] Ash and Ruin (Subversive nihilist periodical) (Todas as Edições – All Editions)

Ash and Ruin (Subversive nihilist periodical) é uma publicação sem periodicidade definida disponibilizada na web dedicada fomentar estudos, análises e críticas contra a civilização e a era moderna.

Atualmente está em sua primeira edição.

PRIMEIRA EDIÇÃO

INTRODUCTION

I have written and compiled the following texts purely for my own satisfaction, as a manifestation of my conscious desire for the diffusion of iconoclastic and heretical publications and also as a way to unravel my own thoughts more clearly and attempt to articulate them in a manner that is reflective of my chaotic nature.

In this issue there are various different writings which appealed to me, as well as personal reflections, poems, rants, etc., etc. I have not asked any permissions for the texts which are not mine, but included and sourced these texts either because they articulated an analysis worthy of my consideration and reflection, or simply because they made me smile upon reading them. I have particularly included claims of responsibility from groups and individuals from many different territories across the world, who have placed the march of technoindustrial progress and I feel even more importantly its “humanist” and anthropocentric values in their lines of fire.

The thought of others joining in the incendiary celebration of our own selfrealisation, and carrying out their own sacrilegious deeds of refusal, spreading wildfire to the cities, desecrating every sacred idol, destroying machines and maiming and terrorizing those who are responsible for inflicting all of this modern crap onto us will always bring a smile to my face. It is to this end that I share these writings, to subvert, desecrate, provoke and agitate.

Though I digress on some of the perspectives presented in the texts of others which I have chosen to include in this publication, it would be completely absurd for me to make any changes to their words and to articulate my opinions fully on each minor discrepancy would take more time and consideration than I would care to spare for the purposes of this first issue of Ash and Ruin (Though personal reflections on these topics may be offered in future issues).

I spit on the church of “political correctness” and the creeds of any dogmatic moralists. It has never been in my interests to tend to the needs of the herd, nor to make anything more “appropriate” or appealing to those incapable of critical, independent thought and reflection.

I detest “the community” and all of the naive optimism it breeds and I reject all other delusional fairy tales that serve only to distract one from the realisation of their ego in the present.

As an individualist and a nihilist, I am motivated by my own will for life, not haunted by the phantoms of any purpose or cause and I will make it clear now that I only represent myself.

Total liberation is my own war, a war that I have fought for years, against every cage, every civilisation, every society, every creed, every ideology and morality.

It is a matter of fulfilling my creative-destructive desires. It is misanthropic. It is existentialist. It is striving against all domestication. It is my vengeance for all the years that this prison-society has stolen from me, my vengeance for the destruction and pollution of the natural environment, my vengeance for the nonhumans whose lives I respect more than the life of any
“human”.

My total liberation means total war!
War to the bitter end!
– A

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[ES – EN] (PDF) Revista Regresión (Todas as Edições) – Regresión Magazine (All Editions)

A Revista Regresión – Cuardernos Contra el Progreso Tecnoindustrial é uma publicação sem periodicidade definida disponibilizada na web e editada desde a América do Norte dedicada a estudar o eco-extremismo e a fomentar estudos, análises e críticas contra a civilização e o progresso.

Atualmente está em sua sétima edição.

PRIMEIRA EDIÇÃO

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SEGUNDA EDIÇÃO

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TERCEIRA EDIÇÃO

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QUARTA EDIÇÃO

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QUINTA EDIÇÃO

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SEXTA EDIÇÃO

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SÉTIMA EDIÇÃO

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EM INGLÊS

FIRST EDITION

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THIRD EDITION

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FOURTH EDITION

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FIFTH EDITION

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[PT – PDF] Revista Anhangá – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul (Todas as Edições – All Editions)

Featured

A Revista Anhangá – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul é uma publicação sem periodicidade definida disponibilizada na web e editada desde a América do Sul dedicada a estudar o eco-extremismo e a fomentar estudos, análises e críticas contra a civilização e o progresso.

Atualmente está em sua segunda edição.

PRIMEIRA EDIÇÃO

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CONTEÚDO

1. O que é o Eco-extremismo? – A flor que cresce no submundo: Uma introdução ao eco-extremismo (pg. 4-9)

2. RUMO À SELVAGERIA: Desenvolvimentos Recentes no pensamento Eco-Extremista no México (pg. 10-20)

3. “Salvar o Mundo” como a maior forma de Domesticação (pg. 21-23)

4. O que queremos dizer quando falamos “natureza”? (pg. 23-26)

SEGUNDA EDIÇÃO

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CONTEÚDO

1. “Introdução”, por Editorial Ponta de Lança (pg. 1-3)
2. Tocaia (pg. 4)
3. Nós Juramos Vingar (pg. 5-6)
4. Pacto (pg. 7)
5. Revisitando a Revolução (pg. 8-11)
6. Primitivismo Sem Catástrofe (pg. 12-15)
7. Breves Reflexões de Uma Caminhada de Inverno (pg. 16)
8. Selvagens Politicamente Incorretos (pg. 17-19)
9. “Revolução Antitecnológica: Por Que e Como”, de Theodore Kaczynski: Uma Análise Crítica (pg. 20-26)
10. O Retorno do Guerreiro (pg. 27-35)
11. Apocalipsis Ohlone (pg. 36-38)
12. Um Poema de Guerra (pg. 39)
13. É o Momento de Beijar a Terra Novamente (pg. 40-42)
14. Nota Anônima (pg. 43-44)
15. A Ovelha Negra e o Lobo (pg. 45-46)
16. Autexousious Apanthropinization (pg. 47-49)
17. A Solidão e a Auto-realização (pg. 50-51)
18. Funeral Niilista – A Aniquilação da Vida (pg. 52-55)
19. Duras Palavras: Uma Conversa Eco-extremista (pg. 56-65)
20. Eu e Depois Eu (pg. 66)
21. O Rio Que Canta: Uma Última Palavra ao Relutante (pg. 67)
22. As Lições do Estado Islâmico Antes de Seu Colapso (pg. 68-71)
23. Uma Grande e Terrível Tormenta (pg. 72)
24. A Evolução da Dieta (pg. 73-76)
25. Um Falso Escape (pg. 77-78)
26. Lições Deixadas Pelos Incendiários (pg. 79-81)
27. Notas Sobre o Anarco-primitivismo (pg. 82-83)
28. A Noite do Mundo Infernal (pg. 84-85)
29. Halputta (pg. 86-87)
30. Animismo Apofático (pg. 88 – 90)
31. O Mito do Veganismo (pg. 91 – 93)
32. Os Seris, Os Eco-extremistas e o Nahualismo (pg. 94-95)
33. Reflexões a Respeito da Liberdade (pg. 96-99)
34. Conversações Eco-extremistas: Uma Conversa Com Eco-extremistas Mulheres Desde o Norte do Continente (pg. 100-103)
35. A Guerra de José Vigoa: Um Breve Discurso Sobre o Método Eco-extremista (pg. 104-109)
36. Assassinando a Nosso Civilizado Interno (pg. 110-113)
37. (Roma Infernetto – “Mundo Merda”) – Profanação e Devoração (pg. 114-115)
38. Caçador: Um Resumo de “The Other Slavery”, de Andrés Reséndez (pg. 116-118)
39. Guerra Oculta (pg. 119-123)
40. Bélico: Resumo da Revista Black and Green Review No. 3 (pg. 124-128)
41. Humanos (pg. 129)
42. “Hoka Hey” e “Memento Mori”, a Morte Desde a Perspectiva Pagã (pg. 130-135)
43. Por que te amar? Breves Reflexões Noturnas Sobre o Amor (pg. 136-137)
44. Pensamentos Sobre a Moralidade (pg. 138-139)
45. Ódio Misantrópico (pg. 140)
46. Moralidade (pg. 141-142)