“Não podemos caminhar com eco-extremistas”, dizem anarquistas mexicanos

O texto abaixo é o fragmento de um artigo da imprensa publicado em 2016 onde é possível ver a opinião geral que tem os anarquistas mexicanos sobre os eco-extremistas.

Em um ponto o autor do texto foi equivocado ao mesclar ou relacionar as “libertações” de animais com os atos terroristas de Individualistas Tendendo ao Selvagem (ITS). É uma afirmação que não procede já que ITS não advoga pela “libertação animal”, embora a prática tenha feito parte das etapas anteriores de suas raízes.

À caça de anarquistas

18 de Outubro de 2016

“Salvajes” y ecoterroristas, contra universidades y trabajadores

Grupos como Individualistas Tendendo ao Selvagem, Seita Pagã da Montanha, entre outros, tem sido marcados como “anarquistas” sem que sejam.

Publicam suas “libertações” de animais (como coelhos de granja e galinhas de fazendas) em bosques descampados, e também seus atentados contra institutos de investigação e reivindicam explosões que colocam em risco a vida das pessoas.

Eu seus comunicados estas organizações repudiam o anarquismo e qualquer tipo de esperança em construir um novo tipo de sociedade ou fazer a revolução. Sobre o fato de que tenham sido relacionados com o anarquismo, Individualistas Tendendo ao Selvagem disse, por meio de seus comunicados, que isso se deve provavelmente a porque começaram enviando seus comunicados a portais de informação anarquista.

Todos os anarquistas entrevistados concordaram que os eco-terroristas e eco-extremistas –que atentaram contra a vida de trabalhadores, universitários e cientistas– não são anarquistas. “Estes grupos fazem parte daqueles que não podemos caminhar junto”.